Em Amor Perfeito – novela das 6 da Globo -, o clímax do segundo julgamento de Marê (Camila Queiroz) vai ocorrer quando Leonel (Paulo Gorgulho) revelar que quem atirou nele há oito anos foi Gilda (Mariana Ximenes), sua esposa na época. Mas o susto não será pelo fato em si, mas, sim, pela pessoa que está narrando tudo, afinal, todos acreditavam que o antigo proprietário do Grande Hotel estava morto.
O julgamento, claro, será o evento de São Jacinto, com a imprensa e diversos moradores presentes no tribunal. Advogado de defesa de Marê, Julio (Daniel Rangel) conseguirá trazer Norberto Carreira (Flávio Ozório), o detetive contratado à época por Leonel, para depor contra Gilda.
Quando o homem se sentar à cadeira e revelar quem é, o que está ali para contar e o que sabe da noite do crime, irá causar um rebuliço no tribunal, já que todos ficarão chocadas. Mal sabem elas que a maior surpresa ainda irá ocorrer.
“Silêncio ou mando evacuar a sala!”, vai pedir o juiz, diante dos gritos. E continuará: “Prossiga, sr. Norberto”.
Leonel vai estar entre os presentes, disfarçado com o hábito dos padres para não ser reconhecido. Apesar de se lembrar que havia recebido um envelope antes de ser baleado, o pai de Marê não se recordava do que continha nele.
“Naquela noite eu fui até o Grande Hotel pra entregar a ele os retratos da dona Gilda com o amante”, revelará o detetive, se referindo às imagens que comprovavam o caso da vilã com Gaspar (Thiago Lacerda).
Mas, ao ouvir Norberto narrar a ocasião de oito anos atrás, se lembrará de tudo: de quando recebeu as fotos; do momento em que foi confrontar a então esposa e disse que ela iria sair daquele casamento sem nada. E, principalmente, de quando Gilda partiu para cima dele com um revólver.
Então, num rompante, Leonel irá se levantar, tirar o capuz e gritar: “Foi ela! Foi a Gilda que atirou em mim!”.
A aparição deixará toda a cidade chocada, como se estivesse vendo um fantasma, principalmente a vilã, que ficará atônita.