Depois de Samuel Sant’Anna, o Gato Preto, afirmar nesta semana que Bia Miranda, sua ex-namorada, interrompeu a gravidez do filho da dupla, o deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES) entrou com um pedido para que o Ministério da Justiça investigue a famosa.
“A informação de que a influenciadora Bia Miranda teria realizado um aborto, conforme noticiado na imprensa, suscita preocupação, uma vez que, se confirmada, pode configurar uma violação direta ao Código Penal”, dizia o documento, divulgado pelo Metrópoles.
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E prosseguia: “Além disso, é necessário investigar se há, por parte da influenciadora ou de terceiros, apologia ao crime, o que seria igualmente punível conforme o artigo 287 do Código Penal”.
À Quem, Bia Miranda garantiu não ter colocado um fim na gestação. “Interrompi, não. Estou grávida ainda”, assegurou ela.
Contudo, dias antes, a neta de Gretchen havia compartilhado com seus seguidores do Instagram que estava, de fato, cogitando a possibilidade de realizar um aborto.
“Não adianta nada eu tirar e dizer aqui que perdi o bebê, porque uma hora a verdade vai aparecer. Vou tentar ver isso o mais rápido possível, estou de uma semana, ainda é um feijãozinho pequenininho. Estou com muito medo, é essa parte que está me pegando”, afirmou na ocasião.
Vale lembrar que de acordo com o código penal brasileiro, o aborto é crime e tem pena de 1 a 4 anos de prisão. O procedimento só é permitido por lei em casos de abuso sexual, quando a vida da mãe está em risco ou quando há o diagnóstico de anencefalia do feto.